O amor - Um grande produtor de Artes. [Tony Casanova]


Desde o início dos tempos que cantores, compositores e escritores cantam e falam de amor. Falamos e cantamos aquilo que sentimos, que vivenciamos, que ouvimos falar. São histórias alegres, felizes, muitas vezes sofridas e trágicas, mas sempre boas histórias. O amor abastece cinema, teatro, televisão, livros, revistas, enfim a vida das pessoas com cargas de muita alegria mesclada com sofrimento, dores e emoções variadas. Ele tem sido o tema mais abordado de todos os séculos e está presente em praticamente todas as ações humanas. É impossível considerarmos o amor como algo finito, não em sua essência. Não é o amor algo restrito ás relações exclusivas de homens e mulheres, mas sua abrangência se estende muito além das paixões a dois.
O amor vem ajudando e colaborando com a produção de músicas, textos, peças, novelas e filmes, ou seja, eu posso dizer aqui com absoluta certeza de que o amor é um competente produtor de arte. Não há na História da humanidade um tema que tenha sido mais abordado que o amor e apesar de toda esta celebridade, ele ainda é um dos maiores mistérios da nossa espécie. Para aqueles que como eu dedicam-se a pesquisar e estudar o assunto afim de coletar material para a produção de matérias e palestras, o assunto além de envolvente é agradável, mas acima de tudo muito envolto em enigmas, principalmente nos seus conceitos. Nenhum conceito usado até hoje para definir o amor pode ser considerado vago ou ser menos importante que os demais, mas o fato é que nenhum deles pode ser considerado plenamente completo.
Em relação a conceitos e definições eu poderia dizer que se somarmos tudo que foi dito até agora sobre este nobre sentimento certamente teríamos algo aproximado do que de fato possa ser o amor. Sem ter a pretensão de conhecer uma definição mais fiel que as demais, eu me ponho no centro da lista dos que tentaram e apenas arranharam um conceito que definisse o amor. Obviamente que se fosse fácil não seria tão valioso, sequer teria graça o esforço, mas é justamente todo este mistério, estes enigmas envolvendo o amor que o fazem ser um tema tão vastamente abordado. É possível que durante o percurso das nossas vidas tenhamos ouvido falar muito sobre amor, lido muito, assistido muitos filmes sobre ele. Mas é mesmo nas relações que vivemos que provamos o prazer de amar e sem amados, vivendo experiências, provando sensações e emoções variáveis.
Há quem repudie o amor por conta de tristezas, amarguras e sofrimentos vividos, mas é um erro imaginarmos o amor como grande culpado dos erros que cometemos. As decepções são frutos da nossa esperança nas ações do outro e elas provam o nosso completo despreparo no entendimento do que seja o amor. Não podemos viver plenamente o amor vestidos de egoísmo, mesmo porque o amor que sentimos não nos pertence, está em nós, mas pertence ao outro e a prova da sua existência consiste exatamente em renunciarmos aos nossos gostos e desejos e produzirmos atitudes que elevem o outro. Se somos senhores de nós mesmos, jamais saberemos o que é amar, consequentemente estaremos fadados a também não provar do amor. Se vivemos esperando do outro e este não corresponder ás nossas expectativas, nos tornamos vítimas da decepção e erroneamente atribuímos esta decepção ao amor. Não somos vítimas do amor que sentimos, mas do que acreditamos estar no outro e que não foi manifestado quando esperávamos que fosse. Se não houve manifesto, obviamente não há amor, portanto não é do amor a culpa de nossas decepções.
Apesar de sabermos que o amor está descrito através de textos, filmes e peças, ele não se prende ás palavras, mas vai muito além delas. Só é possível provarmos a existência de amor através de atitudes e qualquer palavra, por mais linda que possa parecer e que não venha acrescida de atitudes, demonstrará apenas confissões, mas jamais uma prova de amor. Amor não são palavras sem nexo, não são promessas, confissões ou mesmo sexo. O amor é gesto, atitude, ação que beneficia e faz gerar e crescer a fé de que ele está presente e não permite dúvidas da sua existência.

Texto do Escritor brasileiro Tony Casanova – Direitos Autorais reservados ao autor. Proibida a cópia, colagem, reprodução de qualquer espécie ou divulgação em qualquer meio, do todo ou parte dele, sem autorização expressa do autor sob pena de infração ás Leis Brasileiras e Internacionais de Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual. O uso da presente obra sem respeito aos créditos devidos ao autor incorrem em Crime de Plágio.
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Love - A major producer of Arts. [Tony Casanova]

Since the beginning of time that singers, composers and writers sing and speak of love. We talk and sing what we feel, what we experience, we heard. Are happy stories, happy, often suffered and tragic, but always good stories. Love supplies cinema, theater, television, books, magazines, in short the lives of people with loads of great joy mingled with grief, pain and varied emotions. He has been the most discussed topic of all ages and is present in virtually all human actions. It is impossible to consider love as something finite, not its essence. It is not love something restricted ace exclusive relationships of men and women, but its reach extends far beyond the two passions.
   Love is helping and collaborating with the production of music, texts, plays, novels and films, that is, I can say here with absolute certainty that love is a competent producer of art. There is in human history a topic that has been discussed more than love and despite all this celebrity, he is still one of the greatest mysteries of our species. For those like me who are dedicated to research and study the subject in order to collect material for the production of materials and lectures, the matter beyond surroundings are pleasant, but above all very wrapped in riddles, mostly in their concepts. No concept used today to define love can be considered vague or be less important than the others, but the fact is that none of them can be considered fully complete.
   In relation to concepts and definitions I could say that if we add what has been said so far about this noble sentiment certainly would have something close to what actually can be love. Without claiming to know a more accurate definition than the others, I put myself in the center of the list of those who have tried and just scraped a concept to define love. Obviously, if it was easy it would not be as valuable, even have the grace effort, but it is precisely this whole mystery, these puzzles involving love that make be an issue as widely addressed. It is possible that during the course of our lives we have heard a lot about love, read a lot, watched many movies about it. But even in relations which we live we tasted the pleasure of loving and loved ones without, living experiences, tasting sensations and emotions variables.
   Some repudiate love because of sadness, sorrows and sufferings experienced, but it is a mistake to imagine love as big culprit of the mistakes we made. The disappointments are the fruits of our hope in the actions of the other and they prove our complete unpreparedness in the understanding of what love is. We can not live fully the love selfishness dresses, even as our love is not ours, is in us, but belongs to the other and the proof of its existence consists precisely in renouncing our tastes and desires and produce attitudes that increase the other . If we are masters of ourselves, we will never know what love is, therefore we are bound to also not prove love. If we live waiting on the other and do not meet our expectations, we become victims of deception and erroneously attribute this disappointment to love. We are not victims of love we feel, but what we believe to be the other and that was not made when we expected it to be. If there was no clear, there is obviously no love, so it is not love to blame for our disappointments.
   While we know that love is described through texts, films and plays, he does not cling to the words, but goes far beyond them. You can only prove the existence of love through attitudes and any word, however beautiful it may seem and that does not come together with attitudes, demonstrate only confessions, but never a proof of love. Love is not gibberish, are not promises, confessions or same sex. Love is gesture, attitude, action that benefits and makes generate and grow the faith that it is present and does not doubt its existence.
    
    Brazilian Writer Text Tony Casanova - Copyright reserved to the author. The copying, collage, reproduction or disclosure of any kind in any medium, in whole or part without the express permission of the author under penalty of infringement ace Brazilian Laws and International Protection of Intellectual Property Rights. The use of this work without respect for due credit to the author incur Plagiarism Crime.

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Amor - Un importante productor de las Artes. [A Tony Casanova]

Desde el principio de los tiempos que cantantes, compositores y escritores cantar y hablar de amor. Hablamos y cantar lo que sentimos, lo que vivimos, escuchamos. Son historias felices, feliz, a menudo padecían y trágicos, pero siempre buenas historias. Amor suministros cine, el teatro, la televisión, los libros, las revistas, en definitiva la vida de las personas con cargas de gran alegría se mezclaba con el dolor, el dolor y variadas emociones. Él ha sido el tema más discutido de todas las edades y está presente en casi todas las acciones humanas. Es imposible considerar el amor como algo finito, no su esencia. No es el amor algo as restringido relaciones exclusivas de hombres y mujeres, pero su alcance se extiende mucho más allá de las dos pasiones.
   El amor está ayudando y colaborando con la producción de música, textos, obras de teatro, novelas y películas, es decir, puedo decir aquí con absoluta certeza que el amor es un productor competente de arte. Hay en la historia humana un tema que se ha discutido más que el amor ya pesar de toda esta celebridad, él sigue siendo uno de los más grandes misterios de nuestra especie. Para aquellos como yo que se dedican a la investigación y estudiar el tema con el fin de recoger el material para la producción de materiales y conferencias, el asunto más allá de sus alrededores son agradables, pero sobre todo muy envuelto en enigmas, sobre todo en sus conceptos. Ningún concepto utilizado en la actualidad para definir el amor puede ser considerado vago o sea menos importante que los otros, pero lo cierto es que ninguno de ellos puede considerarse totalmente completa.
   En relación con los conceptos y definiciones que podría decir que si sumamos lo que se ha dicho hasta ahora sobre este noble sentimiento sin duda tendría algo cercano a lo que en realidad puede ser el amor. Sin pretender saber una definición más precisa que las otras, me pongo en el centro de la lista de los que han intentado y sólo raspó un concepto para definir el amor. Obviamente, si fuera fácil no sería tan valioso, incluso tener el esfuerzo gracia, pero es precisamente todo este misterio, estos rompecabezas que implican amor que hacen que sea un tema tan ampliamente abordado. Es posible que durante el curso de nuestra vida hemos oído mucho sobre el amor, leer mucho, visto muchas películas sobre el tema. Pero incluso en las relaciones que vivimos hemos probado el placer de los amantes y seres sin, vivencias, sensaciones y emociones degustación variables.
   Algunos repudiar amor por causa de tristeza, penas y sufrimientos experimentados, pero es un error imaginar el amor como gran culpable de los errores que hemos cometido. Las decepciones son los frutos de nuestra esperanza en las acciones de la otra y demuestran nuestra falta de preparación completa en la comprensión de lo que es el amor. No podemos vivir plenamente los vestidos amor egoísmo, como nuestro amor no es nuestro, está en nosotros, sino que pertenece a la otra y la prueba de su existencia consiste precisamente en renunciar a nuestros gustos y deseos y producimos actitudes que aumentan la otra . Si somos dueños de nosotros mismos, nunca sabremos qué es el amor, por lo tanto, estamos obligados a probar el amor tampoco. Si vivimos esperando al otro y no cumplimos con nuestras expectativas, nos convertimos en víctimas de engaño y erróneamente atribuimos esta decepción amar. No somos víctimas del amor que sentimos, sino lo que creemos que es la otra y que no se hizo cuando esperábamos que fuera. Si no había señalización, obviamente no hay amor, por lo que no es amor la culpa de nuestras decepciones.
   Si bien sabemos que el amor se describe a través de textos, películas y obras de teatro, él no se aferra a las palabras, sino que va mucho más allá de ellos. Sólo se puede probar la existencia de amor a través de actitudes y cualquier palabra, por muy bello que pueda parecer y que no viene junto con las actitudes, demostrar solamente las confesiones, pero nunca una prueba de amor. El amor no es galimatías, no son promesas, confesiones o mismo sexo. El amor es el gesto, actitud, acción que los beneficios y hace que generar y hacer crecer la fe que es presente y no duda de su existencia.
    
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